Energia Eólica

Publicado: 6 de outubro de 2010 em Uncategorized
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JLN, Augusto

Energia Eólica

     O esgotamento das reservas de petróleo nas próximas décadas e o aumento do seu preço deve ser reduzido gradualmente a sua utilização para a geração de energia elétrica, além do apelo pela redução dos poluentes emitidos devido a sua queima.

     Fatores climáticos cada vez mais freqüentem como grandes estiagens reduzem a geração hidroelétrica, causando insegurança no setor energético, portanto a adoção de políticas para incentivo a energia alternativas são cada vez mais necessárias.

    O aumento da demanda mundial por energia de qualidade e segurança, leva ao aumento da utilização de energias de fontes renováveis, uma questão de grande importância atualmente, visto que o crescimento dessa demanda é fruto do aumento da qualidade de vida, e da melhoria sócio e econômico da população principalmente nos países em desenvolvimento, sendo necessária ao desenvolvimento da região.

     Uma das energias primaria mais abundante na natureza é a energia dos ventos. Trata-se de uma energia limpa e uma das menos agressivas ao meio ambiente, no entanto apresenta alguns problemas, dentre eles: impacto visual; ameaça ao vôo dos pássaros; o nível de ruído que pode causar algum incomodo e pode também causar interferência na transmissão de dados.

     Há 3000 anos esse tipo de energia já era utilizada pela humanidade, inicialmente para bombeamento de água e moagem de grãos foram as primeiras demandas, para a geração de eletricidade a energia eólica tem como registro sua primeira aplicação na Dinamarca em 1890 onde foram fabricada as primeiras turbinas, sendo esse pais o pioneiro e o benchmark juntamente com a Alemanha nessa fonte de energia.

     Com a perspectiva de atender 10% da energia mundial até 2020 essa indústria estima gerar mais de 1,5 milhões de emprego, e reduzir na ordem de 10 bilhões de toneladas de emissão de dióxido de carbono na atmosfera.

     A turbina eólica ou aerogeradores são equipamentos que capta uma parte da energia cinética dos ventos, transmitindo ao rotor o movimento que irá originar a energia mecânica de rotação, que acoplada ao um gerador elétrico transforma uma parte em energia elétrica.

     A quantidade de eletricidade que pode ser gerada pelo vento depende de quatro fatores: da quantidade de vento que passa pela hélice, do diâmetro da hélice, a dimensão do gerador e o rendimento de todo o sistema.

    Para a implantação de m parque gerador de energia proveniente dos ventos é necessário o estudo preliminar, levando em consideração a disponibilidade histórica de operação de anemômetro, uma analise cuidadosa, em vista a modelagem e previsão numérica do vento, tendo a finalidade de selecionar o melhor local que apresenta as melhores condições de suportar a geração eólica.

    “No Brasil, o CPTEC/IMPE opera e gerencia uma rede de coleta de dados dos ventos e dados ambientais voltados para atender a demanda por informações do setor energético – rede SONDA” (Martins,Guarnieri e Pereira), com o objetivo o aperfeiçoamento e a validação de modelos numéricos para a estimativa do potencial energético de fontes renováveis.

    Segundo o Atlas do potencial Eólico Brasileiro, mais de 71.000 km2 do país possui vento acima de 7 m/s ao nível de 50m, proporcionando um potencial na ordem de 272 TW/ano de energia elétrica, sendo que o maior potencial encontra-se nas costas nordestinas.

    Certo de que certas fontes de energia são finitas, podemos observar a preocupação em buscar alternativas para dotar o mundo de uma energia mais segura e menos poluente, e em meio a esse paradigma, surge como melhor opção e a energia eólica, sendo a quantidade disponível para a utilização sendo inesgotável, dependendo apenas de encontra o local mais adequado.

Bibliografia.

F. Rüncos, R.Carlson, P. Kuo-Peng, H.Voltolini, N.J. Batistela, GERAÇÃO DE ENERGIA EÓLICA–TECNOLOGIAS ATUAIS E FUTURAS, GRUCAD-EEL-CTC-UFSC, WEG MÁQUINAS.

F.R. Martins, R.A. Guarnieri e E.B. Pereira, O aproveitamento da energia eólica, Revista Brasileira de Ensino de F´ısica, v. 30, n. 1, 1304 (2008).

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